Essa é uma história de boteco. E como qualquer outra, teve início fora do bar, mais precisamente dentro da sala de aula:
Era uma aula de Física, ainda do primeiro semestre. Me lembro disso porque esse fato tem uma certa importância na história; é claro que, a aula propriamente dita jaz esquecida em alguma página obscura da minha apostila. Só lembro que o professor disse: "... e essa energia se propaga no espaço até o mais infinito..."
Acontece que alguns minutos antes (ou muitos minutos antes), estava rolando uma aula de Geometria, na qual eu ouvi:
"...e as retas paralelas se cruzam no infinito..."
Num lapso de assossiação interdiciplinar, conclui que o Infinito deve ser, de fato, o lugar mais badalado do Universo!
Aí, enquanto me aprofundava nas minhas reflexões pseudofísicas-filosóficas, o professor resolvia mais um exercício de Elétrica. Segundo ele, aquele só cairia no vestibular do Instituto de Tricô de Araucária, por ser muito facinho. Agora, uma pergunta: A Kika resolveu o exercício? A resposta beira o óbvio: É CLARO QUE NÃO! E assim cheguei a mais uma conclusão fantástica: Eu não vou passar no vestibular. Ficarei eternamente no cursinho. Até o mais infinito...
Ah, lá estava o tal do infinito de novo!
Nisso a aula já estava pra terminar e como as minhas últimas considerações me levaram a crer na certeza da minha frustração acadêmica, pus-me a pensar em um jeito legal de descolar uma grana sem precisar de faculdade, vestibular e equações de Elétrica.
Em menos de 3 segundos, veio a minha mente uma pequena palavra: "Bar". É... Bar é uma das palavras que já faz parte da maioria dos meus raciocínios. Mas naquele momento, ela teve um significado especial. Mais do que especial, representava o meu futuro!
Como que por intervenção divina, um novo sonho brotava no meu jovem coraçãozinho: "EU VOU ABRIR UM BOTECO!"
Não sei como não havia percebido antes! A minha vida inteira (ou pelos menos os últimos 3 anos), algo me dizia que eu deveria abrir um bar. A minha infinita necessidade de estar no boteco enfim tinha um objetivo! Um objetivo comercial. Opa! Infinita...
Taí!!! Infinito!!!
Infinito será o nome do meu estabelecimento. A final de contas, tudo tende ao infinito. Até as retas paralelas se encontram no infinito!!
Fiquei abismada com a minha própria criatividade. Mal tinha tido a idéia inicial e a campanha publicitária estava praticamente pronta. Numa fração de segundo, já podia ver o meu boteco diante dos meus olhos. E as idéias não paravam de chegar!!
Aí tocou o sinal. Hora de ir pra casa...
Enquanto guardava minhas coisas, contava os meus novos planos para o meu amigo Rafa. O Rafa quer fazer Matemática na faculdade. E ele ja manja um monte dessas coisas de número. Vai passar com certeza. Não vai precisar abrir um boteco...
Nisso, milhões de idéias invadiram meu cérebro! "Rafaaaa! Você vai estagiar no meu bar, como caixa!!"
Não estou bem certa se deveria ter feito contratações antes da inauguração, mas acho que foi um bom negócio. Posso pagar parte do salário em espécie (cerveja e paçoquinha).
E assim foi... Antes de chegar na portaria, já tinha contado o projeto para grande parte do meu círculo de amigos. O legal é que nisso eu já arranjei uma dúzia de sócios e funcionários.
E foi assim que eu tracei o meu destino como dona de boteco.
Obs: Se alguém quiser contribuir financeiramente ou sugerir algo para o meu boteco, utilize o campo dos comentários.
Grata, a gerência.
Era uma aula de Física, ainda do primeiro semestre. Me lembro disso porque esse fato tem uma certa importância na história; é claro que, a aula propriamente dita jaz esquecida em alguma página obscura da minha apostila. Só lembro que o professor disse: "... e essa energia se propaga no espaço até o mais infinito..."
Acontece que alguns minutos antes (ou muitos minutos antes), estava rolando uma aula de Geometria, na qual eu ouvi:
"...e as retas paralelas se cruzam no infinito..."
Num lapso de assossiação interdiciplinar, conclui que o Infinito deve ser, de fato, o lugar mais badalado do Universo!
Aí, enquanto me aprofundava nas minhas reflexões pseudofísicas-filosóficas, o professor resolvia mais um exercício de Elétrica. Segundo ele, aquele só cairia no vestibular do Instituto de Tricô de Araucária, por ser muito facinho. Agora, uma pergunta: A Kika resolveu o exercício? A resposta beira o óbvio: É CLARO QUE NÃO! E assim cheguei a mais uma conclusão fantástica: Eu não vou passar no vestibular. Ficarei eternamente no cursinho. Até o mais infinito...
Ah, lá estava o tal do infinito de novo!
Nisso a aula já estava pra terminar e como as minhas últimas considerações me levaram a crer na certeza da minha frustração acadêmica, pus-me a pensar em um jeito legal de descolar uma grana sem precisar de faculdade, vestibular e equações de Elétrica.
Em menos de 3 segundos, veio a minha mente uma pequena palavra: "Bar". É... Bar é uma das palavras que já faz parte da maioria dos meus raciocínios. Mas naquele momento, ela teve um significado especial. Mais do que especial, representava o meu futuro!
Como que por intervenção divina, um novo sonho brotava no meu jovem coraçãozinho: "EU VOU ABRIR UM BOTECO!"
Não sei como não havia percebido antes! A minha vida inteira (ou pelos menos os últimos 3 anos), algo me dizia que eu deveria abrir um bar. A minha infinita necessidade de estar no boteco enfim tinha um objetivo! Um objetivo comercial. Opa! Infinita...
Taí!!! Infinito!!!
Infinito será o nome do meu estabelecimento. A final de contas, tudo tende ao infinito. Até as retas paralelas se encontram no infinito!!
Fiquei abismada com a minha própria criatividade. Mal tinha tido a idéia inicial e a campanha publicitária estava praticamente pronta. Numa fração de segundo, já podia ver o meu boteco diante dos meus olhos. E as idéias não paravam de chegar!!
Aí tocou o sinal. Hora de ir pra casa...
Enquanto guardava minhas coisas, contava os meus novos planos para o meu amigo Rafa. O Rafa quer fazer Matemática na faculdade. E ele ja manja um monte dessas coisas de número. Vai passar com certeza. Não vai precisar abrir um boteco...
Nisso, milhões de idéias invadiram meu cérebro! "Rafaaaa! Você vai estagiar no meu bar, como caixa!!"
Não estou bem certa se deveria ter feito contratações antes da inauguração, mas acho que foi um bom negócio. Posso pagar parte do salário em espécie (cerveja e paçoquinha).
E assim foi... Antes de chegar na portaria, já tinha contado o projeto para grande parte do meu círculo de amigos. O legal é que nisso eu já arranjei uma dúzia de sócios e funcionários.
E foi assim que eu tracei o meu destino como dona de boteco.
Obs: Se alguém quiser contribuir financeiramente ou sugerir algo para o meu boteco, utilize o campo dos comentários.
Grata, a gerência.
5 comentários:
aeeeeeeee
bom, ja que grande parte dessa história vai ser no boteco, daki uns tempos, eu acho q vou ter q frequentar esse tal "INFINITO"...
mas, por via das dúvidas, eu ainda acredito q vc vai passar no vestiba e num vai precisar do bar...
se não, eu aceito paçoquinhas tá, hehehe, arruma alguma coisa nele ai pra eu fazer tbm, acho q eu devo servir pra algo...
hauhauhauhauhuaha
Um bar... O bar é realmente algo sagrado! Você, apesar da pouca idade, já descobriu uma das boas coisas da vida!
Com a faculdade, vai descobrir que aprenderá muito mais no bar, do que dentro da sala de aula. No bar, acontecem os grandes momentos de nossas, muito embora possamos não nos lembrar deles... No bar, conversamos com amigos, ouvimos música, comemos porções deliciosas, vemos gente bonita...
Talvez por força das verdades que você pode constatar: tudo tende ao infinito e tudo passa por um bar!
Por isso, nada melhor do que o Bar Infinito....
Mais uma coisa... essa história de abrir boteco por não passar no vestibular deve ser vsita com cautela! O dono do bar é uma autoridade comparável somente a alguns ministros religiosos, afinal, são os donos de bares que nos ofertam o pão da vida (porções de aipim frito, carne de onça, batata frita ...) e o vinho (que também pode ser cerveja, cachaça, whisky, tequila - tudo dependendo da fé de cada um!).
Por fim... a pergunta que não quer calar: esse bar oferece a venda de cadeiras cativas?
Um beijo!
Carlos.
Fatos rápidos sobre o bar Infinito:
1) "o infinito" nada mais é do que "o nada" do avesso
2) nada como um salamão caseiro
3) se a tua teoria estiver certa, a Lisi, prima querida, tem uns contatos para fornecimento de salame e, portanto, já tem uma função no bar
4) eu não podia me importar menos com a final da libertadores
5) rumopes! pensando atentamente, vc descobrirá que o bar (e, portanto, o infinito) gira em torno de rumopes
e eu acho que é só!
Oi Élyka!
Mto lgl seu blog! Adorei a história do boteco! hehehe...
Pd ter certeza q além d sócios e funcionários vc tbm jah tem frequentadores! Eu e a Ke! hehehe...
Ahhh... tive q ler a história do fusca tbm! Ela jah tinha comentado comigo! huahuahuahua...
Só vcs msm! =)
Bjão... ateh amanhã!
e sabe, neh!!!
valorize a sua obra... contrate um arquiteto! ou melhor, uma arquiteta, ou melhor ainda... EU!
uahauhauahauahauahauahauahau
precos camaradas, otimas condiçoes de pagamento e garantias infinitas!
beeijos
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