Nota: Esse é uma história sobre uma história de um diálogo, se você ficar confuso, terei alcançado meu obejtivo.
Eu converso muito com a minha mãe. Ela, nem sempre conversa comigo. Mas na ausência de FONRIMS, meu amigo imaginário, gosto de compartilhar minhas histórias de boteco com ela. Às vezes, ela briga comigo, como na vez em que eu perguntei como se alcoliza o iorgute... Mas quase sempre ela ignora completamente o que eu digo e apenas concorda, mesmo discordando.
Sábado passado, quando cheguei da escola, um agradável aroma perfumava a casa. Ora, ora... Minha mãe estava na cozinha!
Então, como que por instinto, encaminhei-me para o templo sagrado das tentações culinárias, para dar "aquela" fiscalizada no serviço e iluminar as trevas da ignorância familiar com a minha luz de sabedoria:
Eu: "Mamiiiiiiiiii!!! Chegueeeeeei!!!" (com "aquela" intonação Kika)
Após um afetuoso "abraço por trás", sentei-me na mesa, a fim de melhor meditar sobre os conhecimentos adquiridos no dia. Com mais ou menos 3 minutos de vácuo mental, tive um ataque de riso... Daqueles que começam do nada e se acentuam quando alguém pergunta "o que foi?". Fatidicamente:
Mami: "O que foi?"
O meu desejo era compartilhar toda a minha alegria com ela. Mas o riso era tanto que me bloqueava a fala.
*Para melhor exposição dos fatos, colocarei (rs) para representar meu riso "discreto".
Eu: (rsrsrsrsrs) É que (rs) eu lembrei (rsrs) dum troço que (rs) a Silvia (rs rs) tava me contando (rsrsrsrsrsrsrs)
Mami: Ai, lá vem...
Eu: (rsrsrsrsrs) Muito boa a história!! (rsrsrs) Quer ouvir? Vou contar!
Notem que não aguardei a resposta, propositalmente. Minha mãe tem o estranho hábito de não responder minhas perguntas. Então parto do princípio de que "quem cala consente" e não tô nem aí se ela não tá nem aí. Reciprocidade é tudo nessa família:
Eu:A Silvia contou que tinha um cara muito estranho no Flíper.
*Flíper é um lugar onde todos os sonhos são realizáveis (se você tiver R$ 1,00. Somente lá eu posso dirigir e dar porrada em um Et mutante.
Ela disse que ele era velhão, tinha uns 30 anos... E tava numa das máquinas dos fundos, jogando um jogo que ninguém joga há milênios. Ninguém sabe ao certo, mas eu aposto que era Pac Man! E ele ficou um tempão entretido com o troço... Muito estranho. Ainda eu arrisquei a clássica pergunta: "Mas ele era bonito?" Silvia me olhou como se eu fosse um ser inferior... MUITO inferior. E respondeu: "Élyka, imagina um cara de 30 anos que joga Pac Man nos fundos do Flíper." Foi aí que eu me toquei: o cara deveria ser no mínimo muito feio. "Feio??? Bota feio nisso, mas o cara era estranho, isso mais que tudo." Disse ela. Aí eu, como não poderia deixar de ser, fechei o diálogo com uma sátira: "Aí quando ele terminou o jogo, pegou sua malinha do CEFET e foi embora! (rsrsrsrsrsrs....)".
Pronto! A história era essa. Até minha irmã e o "namorado" dela, ambos CEFETianos, deram risada. Por que é fato, no CEFET tem muita gente esquisita.
Mas uma sombra de dúvida pairava sobre minha mãe. Ela largou a batedeira, virou pra mim e disse:
Mami: "Ah... Que legal! Ele era do CEFET! Você conhecia??"
Eu: ¬¬ "Não, mãe... Ele não era do CEFET. Ou era, sei lá..."
Mami: "Ué, não entendi. Você disse que ele tava com a bolsa do CEFET!"
Eu: "É. Eu DISSE. Mas ele não estava, na verdade. Falei só pra zoar o pessoal do CEFET."
Mami: "Coisa mais tonta..."
Minha mãe raramente entende a moral das minhas histórias ¬¬:
Eu: Definitivamente, mami... Você não nasceu para as conversas de boteco. Às vezes me sinto solitária dentro dessa família. De quem herdei todo o intelecto botequeiro? Oh, céus! De onde veio esse meu dom para raciocínios absurdamente sem noção? De quem aprendi os princípios da filosofia sem propósito??????!!!
Mami: "Vai chamar teu pai, o café tá pronto."
Minha mãe tem grande habilidade para mudar de assunto.
posted by: Kika Dalossi, disponível para adoção.
Eu converso muito com a minha mãe. Ela, nem sempre conversa comigo. Mas na ausência de FONRIMS, meu amigo imaginário, gosto de compartilhar minhas histórias de boteco com ela. Às vezes, ela briga comigo, como na vez em que eu perguntei como se alcoliza o iorgute... Mas quase sempre ela ignora completamente o que eu digo e apenas concorda, mesmo discordando.
Sábado passado, quando cheguei da escola, um agradável aroma perfumava a casa. Ora, ora... Minha mãe estava na cozinha!
Então, como que por instinto, encaminhei-me para o templo sagrado das tentações culinárias, para dar "aquela" fiscalizada no serviço e iluminar as trevas da ignorância familiar com a minha luz de sabedoria:
Eu: "Mamiiiiiiiiii!!! Chegueeeeeei!!!" (com "aquela" intonação Kika)
Após um afetuoso "abraço por trás", sentei-me na mesa, a fim de melhor meditar sobre os conhecimentos adquiridos no dia. Com mais ou menos 3 minutos de vácuo mental, tive um ataque de riso... Daqueles que começam do nada e se acentuam quando alguém pergunta "o que foi?". Fatidicamente:
Mami: "O que foi?"
O meu desejo era compartilhar toda a minha alegria com ela. Mas o riso era tanto que me bloqueava a fala.
*Para melhor exposição dos fatos, colocarei (rs) para representar meu riso "discreto".
Eu: (rsrsrsrsrs) É que (rs) eu lembrei (rsrs) dum troço que (rs) a Silvia (rs rs) tava me contando (rsrsrsrsrsrsrs)
Mami: Ai, lá vem...
Eu: (rsrsrsrsrs) Muito boa a história!! (rsrsrs) Quer ouvir? Vou contar!
Notem que não aguardei a resposta, propositalmente. Minha mãe tem o estranho hábito de não responder minhas perguntas. Então parto do princípio de que "quem cala consente" e não tô nem aí se ela não tá nem aí. Reciprocidade é tudo nessa família:
Eu:A Silvia contou que tinha um cara muito estranho no Flíper.
*Flíper é um lugar onde todos os sonhos são realizáveis (se você tiver R$ 1,00. Somente lá eu posso dirigir e dar porrada em um Et mutante.
Ela disse que ele era velhão, tinha uns 30 anos... E tava numa das máquinas dos fundos, jogando um jogo que ninguém joga há milênios. Ninguém sabe ao certo, mas eu aposto que era Pac Man! E ele ficou um tempão entretido com o troço... Muito estranho. Ainda eu arrisquei a clássica pergunta: "Mas ele era bonito?" Silvia me olhou como se eu fosse um ser inferior... MUITO inferior. E respondeu: "Élyka, imagina um cara de 30 anos que joga Pac Man nos fundos do Flíper." Foi aí que eu me toquei: o cara deveria ser no mínimo muito feio. "Feio??? Bota feio nisso, mas o cara era estranho, isso mais que tudo." Disse ela. Aí eu, como não poderia deixar de ser, fechei o diálogo com uma sátira: "Aí quando ele terminou o jogo, pegou sua malinha do CEFET e foi embora! (rsrsrsrsrsrs....)".
Pronto! A história era essa. Até minha irmã e o "namorado" dela, ambos CEFETianos, deram risada. Por que é fato, no CEFET tem muita gente esquisita.
Mas uma sombra de dúvida pairava sobre minha mãe. Ela largou a batedeira, virou pra mim e disse:
Mami: "Ah... Que legal! Ele era do CEFET! Você conhecia??"
Eu: ¬¬ "Não, mãe... Ele não era do CEFET. Ou era, sei lá..."
Mami: "Ué, não entendi. Você disse que ele tava com a bolsa do CEFET!"
Eu: "É. Eu DISSE. Mas ele não estava, na verdade. Falei só pra zoar o pessoal do CEFET."
Mami: "Coisa mais tonta..."
Minha mãe raramente entende a moral das minhas histórias ¬¬:
Eu: Definitivamente, mami... Você não nasceu para as conversas de boteco. Às vezes me sinto solitária dentro dessa família. De quem herdei todo o intelecto botequeiro? Oh, céus! De onde veio esse meu dom para raciocínios absurdamente sem noção? De quem aprendi os princípios da filosofia sem propósito??????!!!
Mami: "Vai chamar teu pai, o café tá pronto."
Minha mãe tem grande habilidade para mudar de assunto.
posted by: Kika Dalossi, disponível para adoção.
3 comentários:
uahuauhahua
cara, vc tem q entender q uma mulher, quando vira mãe, ganha e perde algumas habilidades.
Ganha skills como: administrar o tempo, conseguir fazer DE TUDO (sim, tudo... desde bordar à concertar o carro... oh ceus...), acordar na hora sem dispertador, dormir 2 horas por dia e ta disposta no dia seguinte, viver numa eterna segunda feira como se fosse extremamente natural, etc...
maaasss perde skills como enteder piadas, falar com os filhos, fazer coisas "legais" (se eh q me entende), dizer coisas legais (ta certo q minha mae solta umas às vezes q chega a me dar medo xDD ... ), ter o prazer de dormir eternamente (ou aparentemente eternamente), etc etc etc...
xD isso ae...
a comida da tua mami apavora
tua mami apavora...
e tem certas coisas q nós filhos ganhamos apenas devido à posicao dos astros no dia em q nascemos
auhhuahua
se é q me entende...
pq minha mae nao entendeu ¬¬" foda, eu tentei explicar pra ela... com desenhos... axo q isso dexo ela mais confusa ainda... ahuhuahua
bjkas!
Contando o cometário da fernanda:
"lá tem mto cara bonito... (e inteligente)"
mas quem falou isso??? na verdade eles não são inteligentes.. se fazem de para iludir garotinhas que curtem caras intelectuais... e agora bonitos... ah.. tem uma meia duzia.. mas eles só aparecem qdo tá calor... é verdade.
vc está convidada para ir passear lá.. te levo na piscina.. onde vc pode ver os caras de sunga pulando na água.. :p
hahahahahahhaa
enfim, convite feito.. ^^ beijos
COMENTANDO POST
1- esse negocio de namorado é complicado
2- nem todos do cefet são estranhos.. alguns são esquisitos.. mas eu conheço os dois e ambos são legais.. (tem dois amigos meus que o apelido de um é estranho e o do outro é esquisito - sente o nível..)
3- eu tou com um professor novo mto lindinho.. mas ele é formado pela federal.. auyhauhauhauhauhauha
4- a minha mãe apavora.. Ela grita como ngm..
5- meu comentário quase não teve nada a ver com o post... mas blz..
6- FIM
Deus salve a federal! hwahawhwahwaawhha
Agora, quanto ao post, dá pra compreender fácil a sua mãe. Ela é uma Dalossi. Quando se é um Dalossi, o seu senso de humor vai ficando mais refinado, poderoso e, por que não, caótico, com o passar dos anos. Tendo a sua mãe uma.... é.... juventude mais acumulada do que a nossa, o senso de humor Dalossi dela é tão evoluído que ela não se dá conta de que as piadas primárias são piadas de fato. Pra ela é só bate papo.
e vo durmi q tá frio! Ô tempinho maluco
bjos!
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