Saudações diletos leitores!
Pra começar 2009 com o pé direito (ou qualquer outro membro de sua preferência) , é claaaaro que eu haveria de postar o relatório do sétimo EE:
Como que de praxe, chegamos às 20h no Shadow. Tá... Tudo bem. Me atrasei um pouquinho, pra não perder o charme... Cheguei as 20:10. Poréééém, como a nossa Equipe conta com membros super eficientes, não houve problemas: a Isa (fofa) já estava lá, garantindo assim a nossa prestigiada mesa no boteco.
Um fato relevante: o boteco estava lotado! Por conta disso, ocupamos pela segunda vez a área VIP, no segundo andar e de onde temos vista privilegiada dos clientes menos importantes que nós. Me senti superior. Adorei.
Ontem eu estava especialmente inspirada (no sentido errado). Logo, a produção de pensamentos profundos e úteis para a humanidade foi bastante satisfatória.
Logo que nos acomodamos nos confortáveis sofás da área VIP, a parte sensata e precavida da Equipe (ou seja, a Isa) fez a seguinte colocação:
-Essa escada que subimos significa que a gente não pode beber muito.
De fato, havia uma escada. Além de bastante inclinada, era em espiral. Praticamente uma pista de teste para bêbados desorientados rolarem vários degrais abaixo. Afinal, Shadow também é diversão.
Pensando nisso, achei coerente argumentar:
-Quero um elevador.
É claro que a parte maliciosa da Equipe (ou seja, a Silvia), não poderia deixar barato:
-Pode ser o Nivaldo?
Pra quem não lembra, Nivaldo é um dos nossos garçons. A característica pessoal mais marcante dele é o flerte. Ele tá sempre dando em cima de alguém. SEMPRE. Às vezes ele tem a capacidade de dar em cima de várias pessoas ao mesmo tempo. Enfim...
Ao estilo da mundialmente conhecida analogia sugestiva "me abre, me fecha, me chama de gaveta", eu disse:
-Sobe, desce, me chama de elevador.
Às vezes me sumpreendo comigo mesma. Adoro.
Nisso veio o Odério, nosso mais antigo garçom, que desde o primeiro Encontro nos acompanha fielmente, e jamais deixou de atender um chamado. E ele sabe o cardápio de cor, inclusive com os preços. É perfeito!
Como estávamos na área VIP, longe dos olhares inibidores do gerente, o Odério pôde desfrutar da nossa companhia mais fervorosamente. No sentido de que ele até sentou com a gente e contou uma certa história a respeito do Nivaldo.
Como bons colegas de trabalho, Odério e Nivaldo compartilham várias coisas. Inclusive mulheres. Pra encurtar a história, o Odéio saiu com uma guria que semanas antes havia saído com o Nivaldo. E por meio desse 'elo de ligação', ele soube que o campeão de flerte do Shadow tem uma mania exótica: usar calcinhas.
Essa revelação rendeu alguns minutos de riso e considerações maldosas. Cruel.
Ainda mais que o nosso pedido vinha chegando pelas mãos do próprio Nivaldo. Eu estava ocupada (rindo), então foi a Silvia a responsável pelo comentário:
-Lá vem o Nivaldo... Com um olhar de quem traz seu próprio corpo em uma bandeja.
O pior é que parecia mesmo. Eu ri tanto que acho que ele ficou ofendido. Tadinho.
Eu até pediria desculpas pela minha descompostura, mas a comida estava servida e a fome não era pouca.
Petisco vai, petisco vem; aquela coisa de sempre. Porém, dessa vez tive a satisfação de descobrir uma verdade que ainda não conhecia: a capacidade de abrir sachês de catchup é genética. Assim como ter o lóbulo da orelha junto ou separado. Uma capacidade que eu tenho, diga-se de passagem. E que a Silvia não tem.
A luta que ela travou com um sachê de catchup foi realmente homérica e in-des-cri-tí-vel. Apenas imaginem.
Por falar em imaginar, em indescritível e na Silvia... Tive a infeliz oportunidade de ouví-la narrar uma cena pornô homossexual proveniente de algum site aleatório. Eu tenho vergonha de repetir. Digo apenas que a criatividade humana só é superada pela elasticidade anal de alguns e força de vontade de outros. No que tange o EE, o efeito foi uma série de desenhos em perspectiva que ilustram a narrada situação. Eu participei, e não deu certo. O que me faz crer que ter largado o Design não foi um erro tão grande assim.
Gay vai, gay vem... Não demorou muito e a área vip revelou uma imperfeição: não é tão vip assim. Chegou um grupinho de boys rovenientes dos arredores do Batel. Acontece... O grupo era composto por uns 12 piás de prédio e uma menina, namorada de um deles (o único gato, por sinal).
Tava passando futebol na tv. E eles, como todo ser sem objetivo certo de vida, passaram a gritar, pular, ameaçar de se jogar do mezanino, entre outras coisas igualmente úteis para o jogo.
Mais ou menos por aí, a guria adotou uma expressão facial que traduzia o mais perfeito estado de emputecimento. Eis o diálogo:
Isa: "A guria tá com cara de ai... que saco, porque eu vim aqui?"
Eu: "Lógico. Os retardados em volta dela devem ser amigos do namorado."
Isa: "Uhum. Ela deve ter vindo só pra ele não ficar enchendo o saco depois."
Eu: "Claro que não. Ela veio porque ele é gato. Você deixaria seu namorado gato sair sozinho com os amigos retardados?"
Isa:"É mesmo, né."
Eu:"É, ué. Por isso que eu prefiro os feios."
Tenho ou não tenho razão? Claro que tenho. Porque ter ciúme de homem feio é que nem colocar alarme em Fiat Uno.
É claro que o grupinho nonsense era amador em matéria de boteco, e logo foi embora. Significa que a paz e o relativo silêncio retornaram.
O mais legal da área vip é que é do ladinho do lugar onde estocam as bebidas. Segundo o Odério, quem entra no estoque, nunca mais sai o mesmo. Curioso, né?
Quase tão curioso quanto o Marcos (também conhecido como Carne Fresca), novo garçom do recinto, que pediu meu telefone. Duvido muito que ligue, mas mesmo assim fiquei emocionada. Ou quase isso.
A saideira foi brownie com sorvete, super inusitado. Logo após, a conta. Essa com certeza foi uma das mais altas da história dos EE's. Mas valeu a pena. Tirando o fato de que vai demorar algum tempo para termos a oitava edição... Depende da capacidade de recuperação do dano financeiro.
Em todo caso, sejamos otimistas: gosto de pensar que o Shadow nos incentiva, entre outras coisas, a arranjar uma fonte de renda. Útil, hein?
posted by: Kika Dalossi.
Agradecimentos: Shadow Bar, Silvia, Isa, Odério, Nivaldo, Rubens, Marcos, André, brownie e cachaça!
Pra começar 2009 com o pé direito (ou qualquer outro membro de sua preferência) , é claaaaro que eu haveria de postar o relatório do sétimo EE:
Como que de praxe, chegamos às 20h no Shadow. Tá... Tudo bem. Me atrasei um pouquinho, pra não perder o charme... Cheguei as 20:10. Poréééém, como a nossa Equipe conta com membros super eficientes, não houve problemas: a Isa (fofa) já estava lá, garantindo assim a nossa prestigiada mesa no boteco.
Um fato relevante: o boteco estava lotado! Por conta disso, ocupamos pela segunda vez a área VIP, no segundo andar e de onde temos vista privilegiada dos clientes menos importantes que nós. Me senti superior. Adorei.
Ontem eu estava especialmente inspirada (no sentido errado). Logo, a produção de pensamentos profundos e úteis para a humanidade foi bastante satisfatória.
Logo que nos acomodamos nos confortáveis sofás da área VIP, a parte sensata e precavida da Equipe (ou seja, a Isa) fez a seguinte colocação:
-Essa escada que subimos significa que a gente não pode beber muito.
De fato, havia uma escada. Além de bastante inclinada, era em espiral. Praticamente uma pista de teste para bêbados desorientados rolarem vários degrais abaixo. Afinal, Shadow também é diversão.
Pensando nisso, achei coerente argumentar:
-Quero um elevador.
É claro que a parte maliciosa da Equipe (ou seja, a Silvia), não poderia deixar barato:
-Pode ser o Nivaldo?
Pra quem não lembra, Nivaldo é um dos nossos garçons. A característica pessoal mais marcante dele é o flerte. Ele tá sempre dando em cima de alguém. SEMPRE. Às vezes ele tem a capacidade de dar em cima de várias pessoas ao mesmo tempo. Enfim...
Ao estilo da mundialmente conhecida analogia sugestiva "me abre, me fecha, me chama de gaveta", eu disse:
-Sobe, desce, me chama de elevador.
Às vezes me sumpreendo comigo mesma. Adoro.
Nisso veio o Odério, nosso mais antigo garçom, que desde o primeiro Encontro nos acompanha fielmente, e jamais deixou de atender um chamado. E ele sabe o cardápio de cor, inclusive com os preços. É perfeito!
Como estávamos na área VIP, longe dos olhares inibidores do gerente, o Odério pôde desfrutar da nossa companhia mais fervorosamente. No sentido de que ele até sentou com a gente e contou uma certa história a respeito do Nivaldo.
Como bons colegas de trabalho, Odério e Nivaldo compartilham várias coisas. Inclusive mulheres. Pra encurtar a história, o Odéio saiu com uma guria que semanas antes havia saído com o Nivaldo. E por meio desse 'elo de ligação', ele soube que o campeão de flerte do Shadow tem uma mania exótica: usar calcinhas.
Essa revelação rendeu alguns minutos de riso e considerações maldosas. Cruel.
Ainda mais que o nosso pedido vinha chegando pelas mãos do próprio Nivaldo. Eu estava ocupada (rindo), então foi a Silvia a responsável pelo comentário:
-Lá vem o Nivaldo... Com um olhar de quem traz seu próprio corpo em uma bandeja.
O pior é que parecia mesmo. Eu ri tanto que acho que ele ficou ofendido. Tadinho.
Eu até pediria desculpas pela minha descompostura, mas a comida estava servida e a fome não era pouca.
Petisco vai, petisco vem; aquela coisa de sempre. Porém, dessa vez tive a satisfação de descobrir uma verdade que ainda não conhecia: a capacidade de abrir sachês de catchup é genética. Assim como ter o lóbulo da orelha junto ou separado. Uma capacidade que eu tenho, diga-se de passagem. E que a Silvia não tem.
A luta que ela travou com um sachê de catchup foi realmente homérica e in-des-cri-tí-vel. Apenas imaginem.
Por falar em imaginar, em indescritível e na Silvia... Tive a infeliz oportunidade de ouví-la narrar uma cena pornô homossexual proveniente de algum site aleatório. Eu tenho vergonha de repetir. Digo apenas que a criatividade humana só é superada pela elasticidade anal de alguns e força de vontade de outros. No que tange o EE, o efeito foi uma série de desenhos em perspectiva que ilustram a narrada situação. Eu participei, e não deu certo. O que me faz crer que ter largado o Design não foi um erro tão grande assim.
Gay vai, gay vem... Não demorou muito e a área vip revelou uma imperfeição: não é tão vip assim. Chegou um grupinho de boys rovenientes dos arredores do Batel. Acontece... O grupo era composto por uns 12 piás de prédio e uma menina, namorada de um deles (o único gato, por sinal).
Tava passando futebol na tv. E eles, como todo ser sem objetivo certo de vida, passaram a gritar, pular, ameaçar de se jogar do mezanino, entre outras coisas igualmente úteis para o jogo.
Mais ou menos por aí, a guria adotou uma expressão facial que traduzia o mais perfeito estado de emputecimento. Eis o diálogo:
Isa: "A guria tá com cara de ai... que saco, porque eu vim aqui?"
Eu: "Lógico. Os retardados em volta dela devem ser amigos do namorado."
Isa: "Uhum. Ela deve ter vindo só pra ele não ficar enchendo o saco depois."
Eu: "Claro que não. Ela veio porque ele é gato. Você deixaria seu namorado gato sair sozinho com os amigos retardados?"
Isa:"É mesmo, né."
Eu:"É, ué. Por isso que eu prefiro os feios."
Tenho ou não tenho razão? Claro que tenho. Porque ter ciúme de homem feio é que nem colocar alarme em Fiat Uno.
É claro que o grupinho nonsense era amador em matéria de boteco, e logo foi embora. Significa que a paz e o relativo silêncio retornaram.
O mais legal da área vip é que é do ladinho do lugar onde estocam as bebidas. Segundo o Odério, quem entra no estoque, nunca mais sai o mesmo. Curioso, né?
Quase tão curioso quanto o Marcos (também conhecido como Carne Fresca), novo garçom do recinto, que pediu meu telefone. Duvido muito que ligue, mas mesmo assim fiquei emocionada. Ou quase isso.
A saideira foi brownie com sorvete, super inusitado. Logo após, a conta. Essa com certeza foi uma das mais altas da história dos EE's. Mas valeu a pena. Tirando o fato de que vai demorar algum tempo para termos a oitava edição... Depende da capacidade de recuperação do dano financeiro.
Em todo caso, sejamos otimistas: gosto de pensar que o Shadow nos incentiva, entre outras coisas, a arranjar uma fonte de renda. Útil, hein?
posted by: Kika Dalossi.
Agradecimentos: Shadow Bar, Silvia, Isa, Odério, Nivaldo, Rubens, Marcos, André, brownie e cachaça!
5 comentários:
É triste constatar que estamos virando adultas, mas espero que, um dia, quando tivermos com 60 anos e os cabelos pintados de vermelho (ou qualquer outra cor nada discreta) ainda tenhamos memória, raciocínio lógico e disposição pra falar coisas que façam sentido, ou não!
Beijos, Kika!
hauhauhauahuahuaa.... pow era jogo do flamengo?? não né... então eram filhinhos de papy mimados.... hahaha
pow... a isa estando com vcs me deixa tranquilo, eu tbm pensaria na escada caracol(ahh o nome aqui é caracol mesmo)...
e como eu já tinha constatado, vc e a silvia juntas, me deixam assustado. tomara q a isa nunca se corrompa, pelo bem da sociedade... hahahaha
bjinhoooo
Cara, alguém tem que filmar esses encontros Etílicos! Eu adoraria assistir, comendo pipoca e tal.
E o Marcos? Ligou? Huahauha, tá com tudo hein?! XD
Bjo!
Preciso começar a andar armada. Vai ser mais divertid... auheauhea
bandipiádiprédio.
vo paga um chopp pro nivaldo
aposto q ele vai leva por trás (OEEEEE ou querer q alguém leve por trás... TA vc entendeu auheuahwea)
Kika, bom lê-la. E eu vou jogar na cara do Nivaldo essa história, pode crer. (6)
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